quinta-feira, 13 de maio de 2010



UMA PULGA ESTÁ TOMANDO SOL NA PRAIA, TODA BRONZEADA, DEBAIXO DE UM GUARDA-SOL.
Nisto, chega outra pulga, branca e morta de frio.
A primeira pergunta-lhe:- O que aconteceu?
- É que eu quis vir à praia, apanhar um solzinho, então subi no bigode de um motociclista que vinha para cá. Acontece que o cara veio a 200 km/h e eu quase congelei de frio!
A pulga bronzeada responde:
- Pô, você tem que fazer como eu: esconda-se no banheiro feminino e quando entrar uma garota, esconda-se na calcinha dela e aí você viaja quentinha e segura!
No fim-de-semana seguinte, voltam a encontrar-se na praia: A primeira, bronzeadíssima e a segunda novamente branca e morta de frio.
- E agora, o que aconteceu? Não fez como eu disse?
- Claro que fiz. Me escondi no banheiro e quando a garota entrou baixou a calcinha, eu me acomodei ali muitíssimo bem e dormi.
- Então, por que você está assim?
- Não faço a menor ideia: quando acordei estava de novo a 200km/h no bigode do motociclista!

O plano divino...



Sem comentários...

A Fé da D. Beatriz...

D. Beatriz, senhora alentejana, de 80 anos, é solteira e organista numa igreja da Diocese de Beja.
É admirada por todos pela sua simpatia e doçura.
Uma tarde, convidou o novo padre da sua paróquia para ir lanchar a sua casa e ele ficou sentado no sofá, enquanto ela foi preparar um chá.
Olhando para cima do órgão, o jovem padre reparou numa jarra de vidro com água e, lá dentro, boiava um preservativo.
Quando a D. Beatriz voltou com o chá e as torradas, o padre não resistiu em satisfazer a sua curiosidade perguntando o porquê de tal decoração em cima do orgão.
Responde ela apontando para a jarra: "Ah! refere-se a isto? Maravilhoso, não é? Há uns meses atrás, ia eu a passear pelo parque, quando encontrei um pacotinho no chão.
As indicações diziam paracolocar no órgão, manter húmido e que, assim, ficava prevenida contra todas as doenças. E sabe uma coisa? Este Inverno ainda não me constipei".
A Fé é que nos salva... não é verdade?

terça-feira, 4 de maio de 2010

Tudo depende da posição

Fazê-lo parado fortalece a coluna,
de barriga para baixo estimula a circulação do sangue,
de barriga para cima é mais agradável,
fazê-lo sozinho é enriquecedor, mas egoísta,
em grupo pode ser divertido,
no w.c. é muito digestivo,
no automóvel pode ser perigoso...
Fazê-lo com frequência
desenvolve a imaginação,
a dois, enriquece o conhecimento,
de joelhos, torna-se doloroso...
Enfim, sobre a mesa ou sobre ao secretária,
antes de comer ou à sobremesa,
sobre a cama ou numa rede,
despidos ou vestidos,
na relva ou sobre o tapete,
com música ou em silêncio,
entre lençóis ou no roupeiro:
Fazê-lo é sempre um acto de amor e de enriquecimento
Não importa a idade, nem a raça, nem o credo, nem o sexo, nem a posição económica...

Ler é um prazer!!!!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Hoje é o Dia da Liberdade de Imprensa


No portal da UNESCO pode ler-se que ao longo dos últimos dez anos, assistimos a uma escalada dramática da violência para com os jornalistas, profissionais dos media e pessoal associado. Em muitos países do mundo, os profissionais são perseguidos, agredidos, presos e mesmo assassinados. Segundo as organizações profissionais, 2006 foi o ano mais mortífero, com mais de 150 profissionais dos media mortos. Centenas foram capturados, ameaçados ou agredidos devido à sua profissão. Nunca foi tão perigoso ser jornalista.

Sabemos que as zonas de conflito – e as zonas de pós-conflito – são particularmente perigosas para os jornalistas. O Iraque, onde 69 profissionais dos media foram mortos no ano passado, é desta realidade a pior ilustração. Mais de 170 profissionais dos media, a maioria jornalistas locais, foram aí assassinados desde o início do conflito em 2003. É a primeira vez na história que são assassinados tantos jornalistas.

Aqueles que arriscam a vida para comunicar informações independentes e viáveis merecem a nossa admiração, o nosso respeito e o nosso apoio. Sabem melhor que ninguém que os media muito contribuem para os processos de responsabilização, de reconstrução e de reconciliação. De facto, o aumento da violência para com os jornalistas é um testemunho eloquente, embora trágico, da importância dos media para as democracias modernas.

A directora-geral da UNESCO pediu esta segunda-feira, no dia Mundial da Liberdade de Imprensa, que se faça um minuto de silêncio pelos jornalistas que morreram em trabalho.
A liberdade de informação é o tema deste ano do dia Mundial da Liberdade de Imprensa. "O direito de saber é fundamental para a defesa de outros direitos fundamentais, para promover a transparência, justiça e desenvolvimento", refere Irina Bokova, adiantando que a liberdade de imprensa e a liberdade de expressão "reforçam a democracia".

A Liberdade de Imprensa recuou em todo o mundo pelo oitavo ano consecutivo, segundo dados estatísticos da Freedom House, ONG Americana.
A degradação mais sensível verifica-se em África, na America Latina e no Médio Oriente. Na America Latina, os recuos mais flagrantes foram revelados no México e Honduras, enquanto no Equador, Nicarágua e Venezuela, a situação tem-se deteriorado significativamente.

Na Ásia, o Bangladesh e o Butão, passaram do estatuto de "não livres" a "parcialmente livres". A India e a Indonésia registaram algumas melhorias entre alguns dos países asiáticos, onde a China continua a não respeitar a liberdade de expressão.
Segundo a ONG americana, os dez países considerados como os piores em matéria de Liberdade de Imprensa, são: Bielorússia, Birmânia, Cuba, Guiné Equatorial, Eritreia, Irão, Líbia, Coreia do Norte, Turquemenistão e Uzebequistão.