Estar em Nova Iorque e não ir à Estátua da Liberdade é o mesmo que ir a Roma e não ver o Papa. Digo eu...
No meu curto périplo pela fascinante metrópole, também lá fui. Rapei um frio do cacete, mas fui!
Levantei-me nesse dia com febre, saí do hotel e a neve caia abundantemente. Bebi um café (de quase meio-litro) no Starbucks Coffee, a correr, e apanhei um Yellow Cab (o tradicional táxi amarelo novaiorquino) para Battery Park, de onde saem os ferries para Liberty Island (Ilha da Liberdade).
Não havia "bicha" e a travessia demorou cerca de 15 minutos. Apesar do frio que estava (8 graus negativos), a emoção crescia à medida que me aproximava da famosa estátua com a tocha na mão. Subi ao convés do barco mas quase nem consegui fazer fotos. O vento gelado trespassou-me completamente o esqueleto que até me fez bater o dente. Os meus dedos nem sensibilidade tinham para manejar a máquina fotográfica, mas lá me desenrasquei. Desci de imediato para me abrigar, senão aproveitavam-me para fazer cubinhos de gelo...
Desembarcado, dei a volta à ilha com um passo aceleradíssimo, com neve pelo tornozelo, e terminei a visita num dos bares a comprar umas lembranças e a beber outro "balde" de café, que tive de segurar com as duas mãos, roxo de frio que estava.
A Estátua da Liberdade foi oferecida por Napoleão III como gesto de amizade entre a França e os Estados Unidos, e é um dos mais universais símbolos da liberdade política e da democracia; o seu nome oficial é Liberty Enlightening the World (A Liberdade Iluminando o Mundo).
Inaugurada em 28 de Outubro de 1886, a estátua, que mede 46,50 metros (92,99 m contando o pedestal), foi classificada como Monumento Nacional em 15 de Outubro de 1924 e restaurada para a cerimónia que assinalou o seu primeiro centenário, em 4 de Julho de 1986.
As 25 janelas da coroa simbolizam jóias encontradas na terra e raios celestes brilhando sobre o mundo; os sete raios da coroa representam os sete mares e continentes do mundo; a tábua que a figura segura na mão esquerda tem a inscrição "4 de Julho de 1776".
A plataforma de observação no topo do pedestal - actualmente fechada ao público - oferece uma excelente vista sobre o porto de Nova Iorque, mas só a ilha pode ser visitada.
Inaugurada em 28 de Outubro de 1886, a estátua, que mede 46,50 metros (92,99 m contando o pedestal), foi classificada como Monumento Nacional em 15 de Outubro de 1924 e restaurada para a cerimónia que assinalou o seu primeiro centenário, em 4 de Julho de 1986.
As 25 janelas da coroa simbolizam jóias encontradas na terra e raios celestes brilhando sobre o mundo; os sete raios da coroa representam os sete mares e continentes do mundo; a tábua que a figura segura na mão esquerda tem a inscrição "4 de Julho de 1776".
A plataforma de observação no topo do pedestal - actualmente fechada ao público - oferece uma excelente vista sobre o porto de Nova Iorque, mas só a ilha pode ser visitada.
Também visitei o museu da Imigração, em Ellis Island (na ilha ao lado), e fiquei deslumbrado pelo enorme e valioso testemunho da história. De 1892 a 1954, cerca de doze milhões de imigrantes passaram nas inspecções deste local tão pequeno, e aqueles que eram encaminhados para um ou outro lado do Atlântico sairiam dali com uma lembrança quase mítica deste lugar. Afinal, como eu saí...
Tão cedo não vou esquecer.
estás cada vez melhor...
ResponderEliminargostei do texto sobre o jornalismo.
Obrigado!
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